domingo, 13 de maio de 2012

capitalismo consciente _ Rajendra Sisodia: o próximo passo

a busca de soluções para o enfrentamento deste momento de tremendas tempestades que ainda estão em fase ascendente na curva normal da história terrestre (o pico se aproxima para que se possa então iniciar a descida _ que vai significar a vivência de uma nova, necessária e muito mais sinérgica cooperação entre todos os Seres e as Fontes) está a gerar alternativas para principalmente aqueles que assumem uma posição de destaque e de liderança  nos Seres Empresas.
esta busca, importante e fundamental, traz a oportunidade de se apresentar conceitos refinados, fruto da dedicada e esforçada vivência própria, de erros e acertos de ontem, do respeito pelos fatos coletados e da aplicação da TIC (Tecnologia da Informação e da Comunicação) complementando nossa inteligência e nossos Sensos e Sentidos.
assim, foi com atenção e carinho que li, refleti e aqui incluo, para que possa servir para sua análise e debate tanto pessoal como grupal (seja seu time, sua equipe, seus gestores) e colaborar com a criação consciente de hipóteses (Planos de Ação) para aplicação: 
Indiano prega 'Capitalismo Consciente' contra a crise
(fonte: Jornal Floripa)
"Criar uma rede harmônica entre clientes, trabalhadores, fornecedores.
Pensar no objetivo maior da empresa.
Com essas linhas, o indiano Rajendra Sisodia, 53 anos, defende a implantação do "capitalismo consciente" nas empresas.
Professor de marketing e negócios da Universidade de Bentley (Boston, EUA), ele virou guru de empresários como Abilio Diniz.
Para Sisodia, a ideia "pode soar romântica, mas é bem prática".
Lembra como o grave caso da exploração de trabalhadores da Foxconn, fornecedora da Apple, prejudicou a imagem da companhia norte-americana. Ele conversou com a reportagem por telefone.
   O que é o capitalismo consciente?
Rajendra Sisodia  - É uma abordagem um pouco diferente da tradicional, que diz que o capitalismo é apenas sobre fazer dinheiro e ter lucros.
É um conceito com propósitos mais profundos.
    Por que o seu negócio existe?
    O que o seu negócio está fazendo para o mundo ficar melhor?
Grandes companhias têm grandes propósitos.
   Como isso se traduz para empregados, clientes,  fornecedores?
É preciso reconhecer que há interdependência nos negócios.
Todos os negócios têm fornecedores, clientes, empregados, comunidades, mas tendem a vê-los de forma separada, como forma de meios para um fim.
O negócio consciente tentar reconhecer essa interligação.
Se os empregados estão bem, felizes, geralmente os clientes também estão bem.
Se os fornecedores não são bons parceiros, no longo prazo a empresa não será capaz de produzir bons produtos.
Se qualquer uma dessas partes está infeliz ou está sendo maltratada, ao logo do tempo isso pode destruir o negócio inteiro.
   O que o sr. diz para as lideranças empresariais?
Precisamos de líderes empresariais que se importem com o propósito do negócio e com o impacto que ele causa nas pessoas.
Que sejam dirigidos não tanto pelo poder ou pelo dinheiro.
Líderes conscientes devem motivar, inspirar e desenvolver as pessoas.
Eles são realmente apaixonados pelo propósito do negócio, não colocam os empregados no último nível de importância.
É preciso ter a cultura do amor, da preocupação, da confiança e da transparência e da autenticidade.
Uma cultura sustentável a longo prazo.
   Como esse conceito interfere nos resultados das companhias?
É simplesmente a melhor maneira de fazer negócios.
As pesquisas mostram que as empresas que adotam essa linha têm mais sucesso ao longo do tempo.
Porque criam grande valor para os seus clientes, os empregados são altamente engajados no trabalho, altamente produtivos.
No longo prazo, o desempenho da companhia tende a ser muito melhor.
   Que lições tirar da atual crise capitalista?
   O que deu errado?
É ganância.
O setor financeiro perdeu o sentido do seu propósito, que é prover investimentos para produção.
Simplesmente entraram numa especulação para fazer dinheiro para eles mesmos, sem agregar valor para a sociedade, para os clientes etc.
Quando se separa a criação de valor do fazer dinheiro há problemas.
Eles estavam ganhando dinheiro baseados na ignorância das outras pessoas, tentando tirar vantagem delas.
   O que a crise pode mudar para os negócios?
O que queremos com o capitalismo consciente é que os empresários mudem de mentalidade e pensem nos seus negócios de uma forma diferente.
A cada 10, 15 anos temos uma crise.
Isso nos faz pensar o que foi feito de errado, pensar alternativas.
Há muita discussão sobre o que precisa ser mudado no sistema.
No Brasil e na Índia, empresas estão tentando seguir o modelo norte-americano.
Mas os americanos estão se dando conta de que o seu modelo não funciona tão bem. 
   Essa ideia do capitalismo consciente não pode ser tachada de romântica, já que o capitalismo é movido a lucro?
Sim, muitas pessoas pensam assim.
Mas é uma ideia muito prática.
As companhias que agem assim são mais bem-sucedidas na média.
Elas estão fazendo dinheiro e lucros.
Há um paradoxo.
Se a empresa persegue o lucro como o primeiro objetivo, faz coisas que machucam sua habilidade de fazer negócios e ter lucros ao longo do tempo. Se ela quer maximizar os seus lucros e adota uma orientação de curto prazo espremendo os seus empregados, cortando benefícios, vai também espremer os seus fornecedores.
Tudo isso pode prejudicar o negócio no longo prazo.
Se a empresa tem os piores fornecedores, ou fornecedores de má qualidade, a qualidade não vai ser alta.
Se os empregados não estão engajados e motivados, a qualidade também não vai ser alta.
E os clientes também não vão ficar satisfeitos.
As pessoas querem ser felizes. E são felizes quando fazem coisas que têm significado para elas.
   Como o sr. analisa por exemplo o caso da Apple/Foxconn?
Companhias como a Apple e outras tiveram um comportamento distante dos fornecedores.
Diziam algo como: não sabemos como vocês estão fazendo, mas é isso que queremos; o que nos importa é o produto e o preço.
O que eles estão reconhecendo agora, com toda essa publicidade negativa para a Apple e para a Foxconn é que isso pode ser perigoso para eles no futuro.
Funcionários cometem suicídio, têm péssimas condições de trabalho.
A Apple está se movendo agora para criar mais transparência na sua cadeia de fornecedores, assegurando que as condições de trabalhão sejam adequadas.
   Mas isso não provocará aumento nos custos?
Sim, provavelmente os custos vão aumentar e talvez eles devam aumentar. Os custos devem refletir os custos de fazer negócios.
Custos justos devem ser absorvidos.
Talvez devamos pagar 10% a mais sobre produtos eletrônicos apenas para refletir o justo custo.
As companhias que operam assim têm funcionários que se tornam mais produtivos e mais engajados no seu trabalho.
   Como combinar essa filosofia com a ação dos sindicatos?
Se já existe um sindicato, a empresa deve tentar ter relação com ele.
Se não há sindicato e se a empresa trata os seus funcionários muito bem, eles não vão sentir vontade de entrar num sindicato, não vão precisar de um.
   O seu trabalho então é atuar para esvaziar os sindicatos?
Não.
Se fizermos nosso trabalho como executivos e tratarmos as pessoas muito bem, eles não sentirão a necessidade de sindicatos.
Os sindicatos estão competindo pelos corações e mentes dos empregados.
E se o executivo faz um trabalho ruim, os empregados irão querer se sindicalizar.
Se os empregados têm melhores condições de trabalho e melhores salários, melhores benefícios, eles não vão querer se sindicalizar.
Os sindicatos muitas vezes tendem a provocar a divisão entre empregados e empresas.
   Mas não há necessariamente uma divisão entre eles?
   Não há luta de classes?
É uma forma antiga de pensar sobre negócios.
É o pensamento marxista.
Não existe luta entre trabalhadores e empregadores.
Não é tudo sobre dinheiro.
Eles tentam criar algo e fazer algo com significado no mundo, criar valor que todos dividem. E precisam trabalhar juntos em harmonia.
   Mas não há uma oposição entre essas duas partes, já que uns querem lucros e outros, salários?
Não.
De onde vêm os salários?
Vêm de um negócio que é capaz de ser lucrativo.
Se um negócio não é lucrativo, não é capaz de pagar bem. O que acontece em algumas companhias é que os empregados se juntam aos sindicatos, negociam e conseguem dinheiro.
Mas depois os negócios não podem sobreviver e competir. É claro que há investidores que são muito gananciosos e querem todo o dinheiro e espremem empregados e fornecedores, poluem o ambiente etc.
Isso também prejudica os negócios, pois pensam apenas nos seus próprios interesses.
É como um câncer, que pode começar em qualquer lugar do corpo e pode destruir o corpo inteiro, destruir a companhia inteira.
É preciso manter a harmonia no negócio.
O negocio é sobre criar mais valor. Assim há mais para dividir.
   Quem o sr. citaria como um grande empreendedor na história?
Não temos no mundo dos negócios líderes que combinem visão e liderança forte.
Na política há Lincoln, Gandhi, Mandela.
A maioria dos líderes de negócios não traz essa inspiração.
Jack Welch operou um pouco assim, mas trazendo muito medo e estresse. Steve Jobs era um brilhante empreendedor, mas como ser humano era uma pessoa muito difícil. Não tratava as pessoas muito bem. Era um gênio em algumas coisas: criatividade, inovação, design de produtos, interface com clientes. Mas tinha uma personalidade muito difícil para tratar com pessoas. Não se preocupava com esse tipo de coisa [Foxconn] com os fornecedores. Queria criar produtos bonitos, com menor custo, competir. Era agressivo, focado, mas faltava essa dimensão humana.
Ninguém é perfeito.
   Qual é o seu autor predileto? 
Peter Drucker.
Falou de várias dessas coisas antes de todos. Estava à frente de seu tempo. É o mais influente e brilhante de todos os tempos.
   Depois do fordismo e do toyotismo, o que vem por aí?
Quando uma companhia passa a ser dirigida pelos números, começa a focar nos lucros e na fatia de mercado, ela começa a sofrer.
A Toyota, até há alguns anos, não falava de fatia de mercado, de ser número um.
Era focada em qualidade, em eficiência, em confiabilidade, em ser boa para o planeta. Era, de longe, a mais bem-sucedida montadora do mundo.
Mas há alguns anos começaram a focar em fatia de mercado, em conquistar fatias das outras e começaram a colocar muita pressão em cima dos executivos para que eles conseguissem cumprir as metas.
Então começamos a ver a queda na qualidade e os problemas de segurança. Por isso existem esses enormes recalls.
A Mercedes-Benz também teve problemas assim.
Quando se dão alguns objetivos numéricos para os executivos, eles serão atingidos.
Mas eles podem fazer coisas que são prejudiciais no longo prazo.
   Mas as metas não servem de estímulo?
Sim, mas é preciso não estabelecer objetivos e metas tão difíceis.
Anos atrás, a Ford estabeleceu o objetivo de ser a número um em vendas de carros nos EUA.
No final do ano, os executivos estavam vendendo os carros por preços abaixo do custo, apenas para ter a fatia de mercado.
Estavam agindo em função de uma meta de vendas, não em fazer um grande carro."
vai uma dica: imprima este post e entregue para seus colaboradores.
peça a eles que leiam e escrevam o que sentiram, como receberam esta informação e que impacto ocorreu.
agende uma reunião de 1 hora e debatam.
acredite, muitas e interessantes soluções sairão a partir daí.
fonte: 
saiba mais:

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Mão de Obra é o principal fator para competitividade e rentabilidade

com o mundo em momento de grandes mudanças (econômicas, alfandegárias, tributárias, comerciais, produtivas, sociais, pessoais) macro, chama a atenção o fato óbvio e fundamental que parece finalmente despertar nos Seres Empresas.
o fato é a descoberta de que são (como sempre foram no passado e que agora, depois das revoluções principais da história recente) os Seres Humanos que precisam ser os elementos fundamentais para a competitividade e a rentabilidade.
 este redescobrir, ainda que não ocorra de forma tão dinâmica e vibrante quanto a que hoje vivemos na economia e na tecnologia muito rapidamente vai se apresentando.
a notícia de hoje (vide abaixo as fontes) demonstra que finalmente é chegada a hora de investir no mais desafiador capital que toda e qualquer empresa (privada, mista ou pública) que quer se manter e crescer vai ter que se arriscar: o Ser Humano.
para isto, paradigmas terão que ser eliminados e os principais gestores serão pressionados a admitir que sem conhecimento e capacitação de sua força de trabalho, continuarão a viver num mundo de ilusões e de desperdícios.
parece algo impossível, dizem alguns deles...
outros dizem: "Eu não vou investir em capacitação de meus colaboradores e depois perdê-lo para o mercado."
as desculpas são muitas.... e os prejuízos maiores (perda de mercado, desmotivação, gastos com materiais em excesso, com processos produtivos e administrativos mal dimensionados, falta de comprometimento, liderança pobre...).
num Senso Macro, é importante frisar que o governo brasileiro necessita urgente avançar com a desoneração da Folha de Pagamento (difícil engolir algo em torno de 100% de repasse do privado para o público) entre outras iniciativas que possamos entender como um ajuste fino para esta nova realidade global, que não têm retorno nem garantias de estabilidade.
assim, entre outras preocupações dos executivos, a principal é focada em Seres Humanos talentosos, qualificados e competentes.
e o caminho chama-se Capacitação.
 lembro que em uma empresa que trabalhei, no início de minha vida profissional, certa vez surgiu uma conversa entre direção e gerência, que me marcou profundamente.
a pergunta foi: "E se seu funcionário ganhar mais que você?"
... paramos para refletir... 
e aguardamos a resposta do diretor...
que respondeu:
"Bem, se um funcionário ganhar mais que eu, vou ficar muito alegre!"
e estar alegre significa: maior competitividade e rentabilidade hoje e amanhã.
pense nisto... 
e comece a agir, pois Ser Humano capacitado é Ser Empresa valorizada ;-)
assista vídeo com entrevistas do Prêmio Executivo de Valor 2012 (3m15s):
Valor Econômico: Prêmio Executivo de Valor
acesse artigo sobre Mão de Obra vira principal dor de cabeça dos executivos:
CRA_Conselho Regional de Administração _ Mão de Obra
para capacitação em Capital Humano, Capital Intelectual e Capital Imobilizado, acesse:
Capacitação Profissional

quarta-feira, 2 de maio de 2012

democracia funcional _ Amartya Sen _ prêmio Nobel de Economia

excelente matéria sobre democracia funcional.
ainda não tinha ouvido falar nisto.... viver é eterno aprender (como já dizia nosso saudoso Gonzaguinha).
de imediato me ocorreu a sináptica e necessária associação com o cotidiano que nós "Seres Humanos" realizamos nos "Seres Empresas".
vale filosofar... assim, aproveito a matéria para solicitar a licença para incluir humildemente meu "sentir", para que possamos ampliar a vivência do tema.
"Somente o uso racional dos recursos econômicos e uma política eficaz do Estado podem, conjuntamente, diminuir a injustiça." 
substitua a palavra Estado por Empresa... e imagine o desafio de sua aplicação.
...“O que é exatamente um mundo de esperança?” 
De acordo com ele, não há esperança que não seja 
baseada em uma racionalização sólida. 
A remoção da injustiça depende da lógica
A teoria e a prática da justiça precisam andar de mãos dadas”, afirmou.
De acordo com o prêmio Nobel, é preciso pensar na perspectiva de reduzir a injustiça, não em acabar com ela, pois seria impossível.
Se você busca a justiça total, há o risco de não conseguir fazer nada”, disse.
isso vale também aí na sua empresa e para você, eu, sua família, amigos...
..."na busca de soluções para garantir a justiça, a democracia e a liberdade de expressão são fundamentais."
mais um tremendo desafio.
isto pressupõe que alguns elementos básicos estejam presentes e validados por todos no "Ser Empresa", tais como Qualidade (onde a base é o simples e difícil "5S & TPM"; a aplicação do conceito de que qualidade não busca "culpados" e syn! as falhas e suas causas, que precisam ser eliminadas), a Convivência em Grupo (compartilhar e respeitar os necessários diferentes pontos de vista), a Disciplina (realizar o que foi previamente acordado entre todos) e Políticas claras (que defino como sendo as regras do jogo... como ocorre em qualquer evento: futebol, gamão, truco...).
a jornada para a democracia funcional necessita de "Seres Humanos" conscientes e participantes, para que os resultados possam atender aos vários elementos presentes, dinâmicos e mutantes, interagindo para eliminar a corrupção e o desperdício, que levam ao fracasso, à desmotivação e à sabotagem tanto consciente como a inconsciente (e a mais danosa).
fontes:

terça-feira, 17 de abril de 2012

a importância do PPCP para facilitar o fluxo, gerar resultados e superar expectativas


imagine a sensação de que, neste exato instante em que você está lendo este artigo, seja 6ª. feira.
final de mais uma semana e... IHA!... do expediente... é um momento especial, concorda?
quem não gosta de saber que, por apenas estar na 6ª. feira, abre-se uma expectativa de que nos próximos dois dias você poderá se dedicar a atividades que bem entender e escolher, ou simplesmente não fazer nada.
confesse, é uma deliciosa, relaxante e cá entre nós, merecida sensação!
adoramos quando chegamos ao final de algo.
nos sentimos vitoriosos.
e ficamos mais satisfeitos ainda quando, ao rememorar os eventos que aconteceram durante a semana que esta prestes a terminar, descobrir que colhemos os frutos que vieram amadurecendo, foram cuidadosamente acompanhados, tratados, alguns ainda não chegaram ao ponto e outros, infelizmente tiveram que ser descartados.
sentimos uma dose de orgulho pelos resultados alcançados.
e mais ainda, quando não somente aquilo que planejamos foi realizado, mas houve superação.
pois somos assim.
muito bom, não é mesmo?
e assim também é a razão de ser do PPCP.
ops!!!
PPCP?
Syn!
é a sigla para Planejamento, Programação e Controle da Produção.
cujo objetivo é ser o maestro da orquestra ou o cérebro de sua empresa.
e popularmente conhecido como PCP
um desafio que merece ser adotado pelas empresas, particularmente aquelas que produzem bens e serviços. 
um desafio que requer muita fibra, força de vontade, tenacidade e mais do que tudo, sabedoria para se comunicar e firmeza em superar adversidades, das mais simples até aquela considerada impossível (para os outros, claro!).
o mais incrível do PPCP é que ele não produz absolutamente nada de concreto!
o PPCP simplesmente une e trata os principais elementos que fluem em sua empresa: Informação, Produtos_Serviços e Documentos.
e busca oferecer as melhores alternativas possíveis para que eles atendam aos prazos combinados.
como sempre digo... simples e difícil!

e no entanto, uma vez adotado, implantado e em plena operação, torna-se elemento chave para que se possa atingir as metas e os objetivos _ de Produção, Vendas, Estoques e Mercado _ e tornar a orquestra (pois, como disse, ele é o maestro de sua empresa) afinada em ritmo, timbre, balanço e harmonia.
a orquestra abrange tanto a produção (o local aonde se faz dinheiro) como compras, vendas, almoxarifado, TIC, qualidade e todos os demais departamentos que estão diretamente envolvidos com aquele fluir. 
porém, para que possa alcançar este status, algumas recomendações básicas e fundamentais são necessárias:
- a diretoria precisa acreditar que é chegada a hora
- a diretoria deve estar disposta a encarar este desafio
- a diretoria vai oferecer todos os recursos necessários
- a diretoria quer colher no futuro melhores resultados
Syn!
exatamente isto!
se a diretoria não estiver preparada para acompanhar e apoiar, esqueça!
e mais outra: não faca isto sozinho, será uma missão suicida e impossível.
uma vez que as recomendações acima sejam seguidas, pode-se dar início, sem temor de encontrar um gosto amargo, parecido com a síndrome da 2ª. feira.
e assim, tornar sua empresa um fluir que pensa com um cérebro só, com uma orquestra afiada e afinada e o saudável desafio de viver todo dia como se fosse uma 6ª. feira ;-)


sexta-feira, 9 de março de 2012

porque vivenciar o Senso Sistêmico faz você brilhar muito, num ciclo fluídico espetacular!


a sensação que se obtêm ao adotar o Senso Sistêmico como componente presente pulsante é algo muito especial, único, síncrono e poderoso.
pode-se comprovar isto de maneira simples e difícil.
vamos juntos nesta aventura!
para iniciarmos, saiba que qualquer coisa pode ser um sistema.
exatamente!!!!
qualquer coisa mesmo!
calma que já já você vai entender (assim espero... rsss).
como todas as coisas são sistemas, estão conectadas, ou seja, cada sistema se locupleta em outro, num crescente ou decrescente, dependendo do nível de profundidade que se queira chegar.
que maravalha, hein!
além disso, todo sistema é composto de três momentos: ENTRADAPROCESSO e SAÍDA.
destes momentos, o PROCESSO é algo, digamos, mais particular.
ele é particular no sentido de que é o momento no qual as coisas acontecem internamente, não dependendo de nenhum recurso externo, mas tão somente de seus próprios.
os outros dois momentos _ ENTRADA e SAÍDA _ possuem uma dinâmica de relacionamento externo, que você poderá comprovar assim que terminar de ler este texto.
agora que já tomou ciência do que tudo é um sistema composto de incríveis momentos, vamos avançar na aventura e para isso, o primeiro Ser Sistêmico que focaremos será nada mais, nada menos que... o Ser Humano.
exatamente, o Ser Humano.
para mim o principal Capital de uma empresa... ops!, digo, do Ser Empresa.
imagine então que você é um Ser Sistêmico.
isto é uma brincadeira simples e divertida, afinal, como todo ser vivo, você precisa respirar, se alimentar, beber, ouvir, ver, falar, tocar e cheirar, sente frio ou calor, fica bravo ou contente, cumprimenta outras pessoas, compartilha ideias, fatos e opiniões, nasce e morre, pensa, medita, intui e cria.
e tudo isto lhe atravessa, lhe penetra e sai num eterno e cíclico fluir.
esta fluidez entra, é processada e sai, gerando ações e reações.
portanto, você é um Ser Sistêmico!
gostou? isto é simplesmente genial, certo?
que tal, então, curtir por uns instantes esse fato
.... faça isso, você vai gostar!

um outro Ser Sistêmico é o Ser Departamento.
exatamente! o seu departamento também é um Ser Sistêmico, que recebe Entradas, onde os Seres Humanos (você, seus colaboradores e seu chefe, por exemplo) Processam e depois disso fazem a Saída.
continuemos a aventura, pois agora estamos, como você notou, (e esta é minha intenção) ampliando o espaço sistêmico.
a sua empresa, o Ser Empresa, também ‘e um Ser Sistêmico.
ela recebe Entradas (por exemplo um pedido de cliente, uma mercadoria de fornecedor ou mudanças tributárias), processa e entrega na saída aquilo que foi combinado antecipadamente (assim espero que ocorra aí no seu Ser Empresa!).
e existe o Ser Ambiente _ Externo, que, tenho absoluta certeza, você já sentiu que, óbvio, também é um Ser Sistêmico, que recebe Entradas (chuva, sol, lua, radiações, concorrência local e global e, infelizmente muito lixo e desperdício gerado por nós, Seres Humanos...), Processa e devolve...
fique à vontade para imaginar...
então, eis que o Ciclo Sistêmico se locupleta, pois este Ser Ambiente vai se encontrar com...
... o Ser Humano (você, seu colega, seu chefe, sua família, sua comunidade...) e como todo Ser Sistêmico, o ciclo se reinicia, numa fluidez milagrosa e super poderosa.
assim, é preciso que você, agora que entendeu o que é o Senso Sistêmico, comece a fluir de maneira macro e micro, aproveitando cada instante desta sua jornada cíclica terrena e se divertindo ao construir, reconstruir e ampliar sua consciência divina e interagindo com todos os outros Seres Sistêmicos.
como disse, algo simples e difícil, como deve ser!
Curta e desfrute do Senso Sistêmico, vai fazer você brilhar muito, num ciclo fluídico espetacular!

“o Espírito dorme no Ser Mineral,
                    sonha no Ser Vegetal,
                    se agita no Ser Animal,
                    e se manifesta no Ser Humano”  (Seara)

PS: todo Ser Sistêmico contêm e realiza Processos que são produzidos pelas Atividades que cada elemento deve executar, senão compromete a fluidez, que depende de três componentes fundamentais e... bem,  isso fica para uma próxima.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Já está disponível o Synerhgon _ Fastfolio 2012

Olá!
Informo que já está à disposição dos interessados em crescer com Senso sistêmico, Senso múltiplo, Senso de lucratividade 360 graus o SYNERHGON _ FASTFOLIO 2012.
Lá encontrará além dos serviços que prestamos:
_ MISSÃO, VISÃO e o CONCEITO SYNERHGON
_ Quem somos e como vamos ajudá-lo
_ Capacitações até o momento por tema e assunto
_ Serviços disponíveis: 
CAPACITAÇÃO, ASSESSORIA, ACONSELHAMENTO, CONSULTORIA e SUPERVISÃO.
Considere em 2012 aplicar Synerhgon em seu negócio e obter a Sinergia de Resultados.
_ link do Synerhgon_Fastfolio 2012:


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

os 14 Princípios de Deming: o desafio da filosofia da qualidade

Um dos grandes desafios dos "Seres Empresas" sempre será o de compreender, adotar, praticar e disseminar a filosofia da qualidade, para que possa desenvolver-se de maneira positiva e permanente dentro de seu foco de negócio e integrado com sinergia ao ambiente, numa conexão flexível e que flua de forma equilibrada e harmônica.
Novamente aqui vamos nos deparar com o famoso, profundo e delicado "simples e difícil".
A expressão qualidade, hoje já é um "default" para qualquer um, você, família, seu amigo, clientes, fornecedores, colega de trabalho, diretores e tomadores de decisão, certo?
Mas.... de tão falado, massificado e espalhado por ai, acaba por banalizar e mais arriscado ainda, individualizar sua noção, sua sensação, sua aplicação, o que gera mais confusão, conflitos e dificuldades para sua compreensão.
Um dos conceitos que a Qualidade necessita para sua ação é a Padronização.
Isso funciona de forma esplêndida, uma vez que no Ser Empresa, os "Seres Humanos" (que são sua maior fonte de Energia e que fazem Questionamentos permamentes _ ainda bem!) são os que fazem acontecer, por mais que se busque automatizar, informatizar, substituí-las por máquinas e equipamentos inteligentes (?!?!?!?) sempre haverá um de nós para no mínimo apertar um botão, tomar decisões (sejam estas certas ou erradas) e manter o vai e vêm.
E ao padronizar um sistema, um processo e uma atividade (sempre dentro da empresa), pode-se avaliar e melhorar, evitando que a falha (que acontece!) venha a se repetir e comprometer o resultado final.
Dentro desse conceito, vale aqui divulgar um desafio gigante:
os 14 Princípios de Deming, que nos mostra a utopia da qualidade e serve de padrão filosófico, sempre que nos encontrarmos perdidos, engessados ou fora do sistema:
1º princípio:
Estabeleça constância de propósitos para a melhoria do produto e do serviço, objetivando tornar-se competitivo e manter-se em atividade, bem como criar emprego
2º princípio:
Adote a nova filosofia.
Estamos numa nova era econômica. A administração ocidental deve acordar para o desafio, conscientizar-se de suas responsabilidades e assumir a liderança no processo de transformação
3º princípio:
Deixe de depender da inspeção para atingir a qualidade.
Elimine a necessidade de inspeção em massa, introduzindo a qualidade no produto desde seu primeiro estágio
4º princípio:
Cesse a prática de aprovar orçamentos com base no preço.
Ao invés disto, minimize o custo total. Desenvolva um único fornecedor para cada item, num relacionamento de longo prazo fundamentado na lealdade e na confiança
5º princípio:
Melhore constantemente o sistema de produção e de prestação de serviços, de modo a melhorar a qualidade e a produtividade e, conseqüentemente, reduzir de forma sistemática os custos
6º princípio:
Institua treinamento no local de trabalho
7º princípio:
Institua liderança.
O objetivo da chefia deve ser o de ajudar as pessoas e as máquinas e dispositivos a executarem um trabalho melhor. A chefia administrativa está necessitando de uma revisão geral, tanto quanto a chefia dos trabalhadores de produção
8º princípio:
Elimine o medo, de tal forma que todos trabalhem de modo eficaz para a empresa
9º princípio:
Elimine as barreiras entre os departamentos.
As pessoas engajadas em pesquisas, projetos, vendas e produção devem trabalhar em equipe, de modo a preverem problemas de produção e de utilização do produto ou serviço
10º princípio:
Elimine lemas, exortações e metas para a mão-de-obra que exijam nível zero de falhas e estabeleçam novos níveis produtividade.
Tais exortações apenas geram inimizades, visto que o grosso das causas da baixa qualidade e da baixa produtividade encontram-se no sistema, estando, portanto, fora do alcance dos trabalhadores
11º princípio:
Elimine padrões de trabalho (quotas) na linha de produção.
Substitua-os pela liderança; elimine o processo de administração por objetivos. Elimine o processo de administração por cifras, por objetivos numéricos. Substitua-os pela administração por processos através do exemplo de líderes
12º princípio:
Remova as barreiras que privam o operário horista de seu direito de orgulhar-se de seu desempenho.
A responsabilidade dos chefes deve ser mudada de números absolutos para a qualidade; remova as barreiras que privam as pessoas da administração e da engenharia de seu direito de orgulharem-se de seu desempenho. Isto significa a abolição da avaliação anual de desempenho ou de mérito, bem como da administração por objetivos
13º princípio:
Institua um forte programa de educação e auto-aprimoramento
14º princípio:
Engaje todos da empresa no processo de realizar a transformação.
A transformação é da competência de todo mundo.
 Pois aí está!
Peço que releia, porém antes, pegue um café, respire fundo e abra sua Mente, pois somente assim poderá compreender a profundidade e imensa sabedoria de adotar estes princípios.
E divulgue entre todos de sua empresa.
Esteja preparado, pois será necessário estar aberto para o que sua aplicação vai fazer e gerar de mudanças positivas.
Sentiu calafrios, medo, despreparo?
Se sua resposta foi sim...
Syn!
Faça contato e vamos conversar, este é o momento de avançar!
fonte:
DEMING, W. E. Qualidade: A Revolução da Administração. Rio de Janeiro: Marques Saraiva, 1990. 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Porque aplicar a Lei de Pareto vai fazer de você um Líder saudável e realizador

é incrível como a convivência prática e diária com certas teorias acabam por torná-las vivas e uma referência dentro da ralação de ostras diária, em busca da realização das atividades a que nos propomos.
principalmente quando empreendemos, o que significa multiplicar nossos "Eus" _ em dado momento somos CEO, daqui a pouco Secretária, depois Operário Virtual (uma nova profissão que criei recentemente... rsss), logo mais Gestor de Relações Sinergéticas, de repente Conselheiro, em outro momento Engenheiro, um rápido Office-boy _ e assim vamos construindo nossa jornada profissional diária, que invariavelmente ultrapassa as já batidas 8 horas, caso estejamos focados em atingir as metas que criamos, dentro da missão que nos foi confiada pela Mente Universal (algo que somente com a maturidade e autoconhecimento se alcança).
para evitar que entremos em pane ou o stress nos derrube, descobri que aplicar a famosa Lei de Pareto ou a Regra dos 80-20 é um delicioso e divertido meio de se manter ativo e sempre disponível para a sinergia com os demais, haja visto que o relacionamento é a maior e mais importante fonte de crescimento.
pois bem, Vilfrido Pareto (15/07/1848 _ 19/08/1923) engenheiro e canceriano como eu, encucado porque havia ricos e pobres, acaba por descobrir após estudos e pesquisas, em 1897, que 20% das pessoas detinham 80% da riqueza (algo que, se você parar e analisar, pouco mudou até hoje).
isso se torna uma lei que leva seu nome e que acabou por ser aplicada no mundo dos "Seres Empresas" em atividades industriais e comercias.
dentro do trabalho que realizo, de tanto aplicá-la, quero compartilhar minha descoberta com você, para sua Saúde e Bem Estar.
atende principalmente àquelas pessoas que desenvolvem trabalhos de liderança e, funciona assim:
_ pegue sua agenda
_ identifique suas horas de trabalho diária
   (vamos supor que sejam 10 horas)
_ separe 20% (2 horas) para as atividades que "precisam ser realizadas hoje"
_ deixe as demais, 8 horas ou 80% "livres para relacionamentos".
simples e difícil, concorda?
vou explicar, para que possa compreender a importância prática...
você planeja suas metas anuais (e se não o faz, melhor começar ontem!)
essas serão transformadas em metas semestrais, trimestrais, mensais, semanais e finalmente metas diárias; o que significa que, a cada dia, existem atividades que você precisa fazer senão vai comprometer o resultado futuro que planejou.
isso está nos 20% e para elas, dedique-se com disciplina, sendo que com toda certeza, algumas serão realizadas sózinho e outras com os demais (e que com estes, você os informou anteriormente, para que reservassem em suas agendas, certo?).
ótimo!
os 80% que sobraram em branco em sua agenda, serão consumidos com todas as demais atividades que ocorrem sem que você tenha o mínimo (para não dizer nenhum) controle... afinal, trocentas coisas irão acontecer e que irão requerer seu parecer, sua presença, sua palavra, sua decisão, sua assinatura, seu conselho, pois aqueles que estão sob sua liderança, ainda que sejam e estejam (assim espero) sendo desenvolvidos para amanhã se tornarem líderes, hoje necessitam vivenciar consigo esse relacionamento.
maravalha!
eis que o dia passa...
e ao final de mais um ciclo de trabalho, você agora vai notar que:
_ eliminou pelo menos 80% dos 20%.
isso significa que ganhou algum tempo!
_ dos 80% do tempo restante, você praticou relacionamento e colaborou para que os demais eliminassem também pelo menos 80% do que precisavam realizar e que dependia de sua participação.
algumas novas pendências vão nascer desses seus 80% e serão então, incluídas no dia de amanhã, dentro dos seus 20%.
e amanhã, esse ciclo 80-20 virá novamente.
e você descobrirá que, ao aplicar a Lei de Pareto, deixará de ficar mal humorado pelas interrupções, começará a se redescobrir como Líder participativo, positivo e colaborador com os demais e, o melhor, estará com saúde, disposição e bom humor, pois passará a ser comandante de seu tempo, com tempo suficiente para Ser saudável e realizador.
gostou?
então mãos à obra e se precisar de ajuda, é só chamar!
será um imenso prazer compartilhar esse poderoso ciclo anti-stress, syn!
fontes:
_ História de Vilfrido Pareto:
_ Regra dos 80_20:
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